13 de Novembro 2009 - 01:18
Hoje a sessão de patins foi muito boa. Duas horas e muito suor. Não choveu e o sol deu mesmo um ar da sua graça. São Martinho é, obviamente, o patrono dos patinadores barbudos. Pela primeira vez, aconteceram-me duas coisas. O responsável, o mesmo rapaz simpático. Ao passar por ele, meteu conversa comigo, perguntando-me se era muito difícil patinar. Não, não é, é só ter um pouco de paciência, aguentar os primeiros vinte minutos e não desanimar com as primeiras quedas. Disse-lhe os preços e aconselhei-o sobre as rodas ideiais para quem começa. Disse-me, eu também sou brasileiro. Eu não, sou. É sério, é que parece mesmo, pela sua maneira de falar. Pela primeira vez, um brasileiro pensou que eu também era brasileiro, depois de me ouvir a falar. Mas o estranho mesmo e gratificante foi alguém ficar com vontade de aprender a patinar depois de me ver a mim a patinar. Você costuma passar aqui, anda bem, nossa e bem rápido. Cheguei há pouco do bilhar. Ou, melhor, do matos. [se alguém souber de alguma grafia melhor que "matos", que avise] Olha, está a dar o vídeo dos Ramstein na sic Radical, o tal que é pornográfico. É curioso o tipo de censura por que optaram. Cena sim, cena não está tudo desfocado. Amanhã, mais patins. Mais sessões que hoje. E um envelope que quero entregar a uma moça de sorriso bonito.







