ela não compreendeu a minha tristeza, "estou bem e sou escravo. sou escravo e no entanto estou, agora, quase feliz". não era perceptível, como nos humanos, quando estava a usar de hipocrisia e cinismo, embora tudo me levasse a crer que não os tivesse, apenas uma incredulidade inultrapassável perante o ilógico. ia-lhe dizer, "mas o teu povo, como nós agora temos de fazer, não aceitou a escravatura". mas sei que me iria dizer, "sim, era lógico". o chão estava coberto, todo o passeio molhado da chuva, cheio de fotografias das atrocidades de que agora sou um sobrevivente. eis-me 6 meses depois, depois da habitual saída semanal com os meus donos e amos alienígenas, para celebrar estarmos vivos. eis-me contemplando "rebelião ou morte!"

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